Mostrando postagens com marcador SECULT - Parauapebas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SECULT - Parauapebas. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Artigo: Secretário de Cultura desrespeita artistas e proíbe apresentação cultural no CDC
Era para ser uma data de muita alegria em alusão ao Dia das Crianças, porém, segundo membros da “Companhia Gente de Teatro”, que é composta por 20 atores e técnicos de teatro, eles tiveram a triste notícia de que não poderiam fazer uma apresentação para a comunidade no Centro de Desenvolvimento Cultural de Parauapebas (CDC). A negativa partiu do atual titular da Secretaria Municipal de Cultura de Parauapebas (SECULT), Chico Brito.
De acordo com informações cedidas à reportagem, a companhia de teatro teria realizado ensaios durante uma semana no Centro de Desenvolvimento Cultural (CDC) para apresentação da peça “O Gato de Botas”, acreditando que o espaço destinado para apresentações culturais seria utilizado. No entanto, no sábado (19), data reservada para a apresentação da encenação teatral, os atores e técnicos foram impedidos de se apresentarem no CDC e tiveram que se apresentar na chuva, afinal, teriam sidos proibidos de entrarem na parte interna do CDC, por ordem do Secretário Chico Brito.
Ainda segundo informações dos denunciantes, Chico Brito teria emitido uma circular, datada de 16 de outubro, comunicando a proibição de vendas de ingressos no local. O Conselho de Cultura não obteve a informação desta proibição, em virtude do pouco diálogo apresentado desde que assumiu a pasta da prefeitura.
Diante do ocorrido, isto parece ser uma prática rotineira do Secretário que, ao que tudo faz, atualmente, dentro da atual secretaria, tem sido exercido sempre de cima para baixo, já que não se consulta as bases populares como “os artistas”, por exemplo, que foram duramente desrespeitados pelo secretário – em seu direito mais nobre que é viver do seu trabalho e de sua arte.
É importante destacar que atitude desastrosa do “Sr. Chico Brito” poderia se constituir como um abuso de autoridade já que proibiu a apresentação da peça “O Gato de Bota”. Na apresentação, esteve presente o contribuinte: o povo que buscava a cultura, constituído por idosos, adolescentes e jovens.
Com esta medida arbitrária, o secretário rasga a constituição e se apropria indevidamente de um espaço público (que sob seu controle o CDC passou a ser chamado do “espaço privado do Chico Brito”).
Mesmo com o intermédio, do atual presidente do conselho, Ivan que tentou dialogar com o gestor e os artistas que abriram mão da venda de ingressos no CDC, o secretário foi irredutível: não e não!
A situação atual da infraestrutura do prédio do CDC não está muito boa, o que fortalece o argumento do descaso do secretário em relação à cultura. É um espaço sucateado, sem cadeiras, iluminação precária e com banheiros imundos.
Atual gestão do secretário prioriza conchavos
O Secretário Chico Brito tem priorizado, demasiadamente, os conchavos de amigos com oferta ampla de cargos comissionados. Não cumpre com o essencial: as metas e planejamentos que foram discutidos, exaustivamente, na III Conferência de Cultura realizada em Parauapebas.
Editais de auxílio de montagens para grupos e companhias de teatro parecem ter sido esquecidos, o atual secretário evita dialogar com a comunidade e, quando simula, envia assessores despreparados e incompetentes para dialogar com a comunidade.
Outro ponto a ser destacado é a falta de ética, por parte do atual secretário que, sempre é visto totalmente embriagado circulando pelos bares em carros do governo, sem a mínima postura de um homem público que preza pela discrição.
Além disto, é perceptível que 100% da comunidade artística de Parauapebas está insatisfeita com a atual gestão do “Sr. Chico Brito”. Se não houver uma mudança radical na pasta, a cultura de Parauapebas tende a sofrer com a marginalização dos espaços culturais.
Agora, nos perguntamos quem realmente está defendendo a cultura do município? Já percebemos esta pauta não tem sido prioridade do secretário de cultura que vai à mão contrária, talvez, cambaleando, em algum bar da cidade.
Por: Josean Brito (Chocolate)
* Artigo enviado ao blog do Jornal Tablóide
* Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do blog do Jornal Tablóide
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Crianças compartilham histórias em roda de conversa no Clube do Livro
“Por que temos que ler?”. Com essa pergunta, a professora Glauce Bentes iniciou a roda de conversa com os participantes do projeto Clube do Livro no encontro que aconteceu no último sábado (19). Concentradas, as crianças prestavam atenção nas histórias contadas e muitas expressavam sua vontade de compartilhar sobre a leitura feita em casa.
A adolescente Michele Cruz participou do encontro pela primeira vez, a convite de sua irmã, que ao levar o livro para casa fazia de Michele ouvinte de sua leitura. Com apenas duas histórias, a adolescente se interessou em conhecer o projeto.
“Minha irmã ficava lendo os livros e as histórias eram legais. Então, resolvi conhecer. Hoje vamos levar dois livros para casa. Assim posso ler as histórias para minha irmã também. Achei muito legal e vou continuar participando”, contou, orgulhosa, Michele Cruz.
O mundo da leitura envolveu também a pequena Radija de Brito, 10 anos, que participou do encontro pela segunda vez. “Depois que comecei a participar do Clube do Livro, aprendi a gostar de ler e agora já sei interpretar as leituras”, comentou.
Além de boas histórias, os participantes assistiram apresentação de jazz do grupo de dança do Centro de Referência em Assistência Social do Rio Verde, escolheram novos livros para levarem para casa e ainda participaram de um bingo de brinquedos.
O projeto Clube do Livro é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura que busca incentivar e envolver crianças e adultos na prática de ler. O encontro acontece uma vez por mês.
Fotos: Anderson Souza | Ascom
Texto: Liliane Diniz
Assinar:
Postagens (Atom)






